O que as pessoas realmente leem no relógio.
Um relógio é um péssimo lugar para ler um romance. É um ótimo lugar para ler a única página de que você precisa com as duas mãos ocupadas. É para esses momentos que o Paperwrist existe.
Receita no fogão
Mãos cheias de farinha, telefone em algum lugar atrás do pacote de açúcar. O modo de preparo está no seu pulso, a um giro de distância. Nada para desbloquear, nada para sujar.
Listas de mala e de compras
A lista que você escreveu ontem à noite vai com você pela casa toda. Nada para desbloquear na porta, nada que perca sinal no mercado.
Notas para falar em público
Seus tópicos continuam visíveis num relance enquanto você mantém contato visual com a plateia. Um telefone na mão parece distração. Um relógio parece olhar a hora.
Instruções com as mãos ocupadas
Embaixo da pia, numa escada, dentro do quadro de luz. O passo em que você está continua legível quando não há onde apoiar o telefone.
Cartões de embarque e roteiros
Envie o PDF antes de sair. Ele é renderizado no telefone e chega como imagens nítidas, legíveis na fila, no túnel ou no avião, com o telefone ainda na mochila.
Aquele artigo que você salvou
O que você pretendia ler fica no seu pulso durante os dez minutos de espera. Tempo suficiente para terminar, curto o bastante para não virar mais uma tela.
O que não é
O Paperwrist não é um app de notas, nem um disco na nuvem, nem um serviço de ler-depois que sincroniza a sua biblioteca. Ele envia ao relógio os documentos que você escolhe e depois sai do caminho. Não há nada para organizar, nenhuma conta para manter e nenhuma biblioteca para migrar se você parar de usar.
Também não é um jeito de ler um livro de 300 páginas numa tela de 45 mm. Dê a ele a página de que você precisa, não a estante.